As primeiras foram comercializadas no Bras, tradicional bairro paulistano. Aos poucos foi se disseminando pela cidade de São Paulo, até que hoje já faz parte da cultura do país. Nocomeço as mais tradicionais (mussarela e anchova) eram as mais presentes ganhando coberturas cada vez mais diversificadas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza é quase infinita, vai da pizza de brigadeiro até a de estrogonofe (afinal, gosto não se discute).
A pizza deve ser macia, bem assada, elástica para ser fácil de ser dobrada pela metade e comida com as mãos!
ai vão alguns endereços úteis: http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&um=1&ie=UTF-8&q=pizza&near=S%C3%A3o+Paulo+-+SP&fb=1&split=1&gl=br&view=text&ei=kMUmSpmROpiW8gTEjc2BDw&sa=X&oi=local_group&ct=more-results&cd=1&resnum=11
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Coxinha

A coxinha é um salgadinho brasileiro, também comum em Portugal.
Consiste em uma base de massa de batata, mandioca, farinha ou outra coisa que ainda não me contaram, essa massa envolve um recheio de frango desfiado, nas versões com ou sem Catupiry (com o legitimo sempre fica mais gostoso!).
Modelada em formato de coxa de galinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente.
A coxa creme é uma versão feita com uma coxa de frango inteira, sem desfiar.
As coxinhas do Frangó em São Paulo e da padaria Real em Sorocaba são muito boas e conhecidas, MAS sem dúvida as coxinhas douradas da Dona Sônia são as campeãs, localizada na pacata cidade de Bueno de Andrada a 12 quilômetros de Araraquara, uma portinha famosa graças a uma crônica escrita pelo jornalista Ignácio de Loyola Brandão, publicada no jornal O Estado de São Paulo, no dia 23 de março de 2001. Em sua crônica, o jornalista enaltece as coxinhas que, junto com sua família, havia saboreado no único bar do distrito de Araraquara.
http://www.tribunaimpressa.com.br/Conteudo/Tribuna-do-Leitor---Bueno-de-Andrada-na-era-do-marketing,22344,22352.
De acordo com a dona Sônia são vendidas mais de 1000 coxinhas por dia, todas elas fritas pacientemente duas a duas em uma mini panela de óleo fervente.
Consiste em uma base de massa de batata, mandioca, farinha ou outra coisa que ainda não me contaram, essa massa envolve um recheio de frango desfiado, nas versões com ou sem Catupiry (com o legitimo sempre fica mais gostoso!).
Modelada em formato de coxa de galinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente.
A coxa creme é uma versão feita com uma coxa de frango inteira, sem desfiar.
As coxinhas do Frangó em São Paulo e da padaria Real em Sorocaba são muito boas e conhecidas, MAS sem dúvida as coxinhas douradas da Dona Sônia são as campeãs, localizada na pacata cidade de Bueno de Andrada a 12 quilômetros de Araraquara, uma portinha famosa graças a uma crônica escrita pelo jornalista Ignácio de Loyola Brandão, publicada no jornal O Estado de São Paulo, no dia 23 de março de 2001. Em sua crônica, o jornalista enaltece as coxinhas que, junto com sua família, havia saboreado no único bar do distrito de Araraquara.
http://www.tribunaimpressa.com.br/Conteudo/Tribuna-do-Leitor---Bueno-de-Andrada-na-era-do-marketing,22344,22352.
De acordo com a dona Sônia são vendidas mais de 1000 coxinhas por dia, todas elas fritas pacientemente duas a duas em uma mini panela de óleo fervente.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Fish and Chips
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